sábado, 14 de março de 2015

:)

Bom, como a descrição do Blogger já diz, vi aqui pra falar de tudo um pouco, e não só pra reclamar como tenho feito ultimamente (risos).
Há 4 anos me mudei SM, a cidade que vivo por ter vindo estudar. Desde que me mudei não havia feito cortes no meu cabelo, apenas tirava as pontas, e eu fazia sozinha em casa, pra não gastar muito... Mas tem um tempo que venho reservando uma grana pra ir ao salão fazer uma coisa decente né. Então tomei vergonha na cara e criei coragem e fui. Bem, chegando lá, fui carinhosamente tratada pelas atendentes, que lavaram meu cabelo e fizeram uma massagem maravilhosa. Então, fui direcionada à máquina do abate: a cadeira onde cortam os cabelos... A cabeleireira pediu o que eu queria fazer e, é óbvio que eu não sabia... nem tinha pensado nisso... Então ela me deu umas revistas e foi tecendo alguns comentários sobre os cortes, até que decidi o tipo de corte... Aí veio a questão do tamanho... do nada me veio uma vontade de cortar curto, aí ela foi medindo e eu dizendo que podia mais um pouco, e mais um pouco, até que pensei 'pára, pois a mãe vai brigar comigo'.
Quando, enfim, decidi o comprimento que queria tirar ela disse que dava pra doar o cabelo para o apoio às crianças com câncer... Eu sabia do projeto, vi diversas pessoas que doaram, mas não tinha pensado que havia uma vontade e uma coragem interna que me faria fazer isso.
Enfim, ela fez o que deveria fazer pro cabelo ser de um tamanho que fosse aceito no projeto e terminou o corte, arrumando mesmo o corte do meu cabelo. Bem, na saída do salão ela me deu a mecha que foi tirada para ser doada.. quando cheguei em casa fui medir... 30 centímetros.... LEGAL.... eu não sabia que tinha tanto cabelo... Estou muito feliz com as minhas "vontades internas"... na próxima semana encaminho a mecha para o projeto.
Se você puder, tiver coragem, enfim, doe também. Tenha em mente que irá levar felicidade a alguém... Espero que dê certo que que o cabelo sirva... 

quinta-feira, 12 de março de 2015

#SÓACHO

Encontro-me cada vez mais indignada com as questões públicas dessa cidade. A educação é um perrengue, nem precisa tecer muitos comentários. A segurança é a insegurança. E a saúde, ahh, essa eu quero discutir. Desde que me mudei para Santa Maria tenho necessitado muito de atendimento médico, anualmente tenho crises que me levam a sofrer em prontos socorros que não me atendem. Melhor começarmos pelos postos de saúde, que é aonde vamos antes de ir aos PA's, em alguns você precisa ir de madrugada esperar em uma fila do c#$%¨&* para tentar conseguir uma ficha para consultar se houver médico no posto naquele dia. Em outros postos você precisa fazer o mesmo, com um diferencial, você sabe que não tem médico naquele dia, é isso mesmo, não tem pq a política do posto é por agendamento, você agenda em dois respectivos dias da semana pra que a consulta ocorra em outro dia a ser marcado, ou seja, você precisa ficar doente no dia certo, ok? Bom, como é difícil conseguir ficha e mais difícil ainda ficar doente no dia certo, você espera até não aguentar mais para ir pra o PA, o que acontece lá? Em primeiro lugar encontrar um PA que possa te atender, pois eles atendem alguns casos, e se você não tem dinheiro para se locomover até um deles, ou não tem ônibus no horário você se cura com banha porque não tem outra maneira. Bom tendo dado um jeito de chegar a um PA que diz que pode te atender você espera horas por atendimento, eu já esperei 8 horas apenas para passar pela triagem, para ver se você deve ser atendida lá e qual é a sua real necessidade. Então, se você pode ser atendido lá, vem a longa espera pelo atendimento do médico. Digamos que você seja atendido e pode ir pra casa... ebaaa que legal,,, parabéns, você é um sortudo... espero que o médico tenha acertado na receita
Mas, como eu sou uma pessoa de muita sorte, eu sou atendida pela médica e ela me manda pra salas de exames e posteriormente pra sala de medicamentos e, após, para a sala de espera para aguardar o resultados dos exames. Depois de umas 5 horas de espera pelos exames, sou chamada por um médico diferente, que me dá uma receita de um antibiótico qualquer para 14 dias. Certo, vamos para casa. Chamamos um táxi, pois já eram 5 horas da manhã, e não tinha ônibus naquele lugar, o que acontece? o táxi não veio... aí aparece do nada uma enfermeira perguntando como estou, e eu digo que a dor diminuiu e que o Dr me mandou pra casa... ela ficou histérica "você não pode ir pra casa, vem comigo vamos consultar com a doutora".... lá vamos nós.... o que faz a doutora? me interna... o que acontece comigo? me esqueceram em uma maca em um canto,,,, não podia comer, nem beber nada, e não ganhei medicação, nem pra dor.... fiquei o dia todo reclamando e ninguém fez nada,,,, achavam que teria que fazer cirurgia,, mas só ficava nisso.... até que resolveram me transferir para outro hospital, um hospital particular com ala para o SUS, lá fui muito bem atendida, e realmente atendida, vi o que é ter um médico e enfermeiros que realmente se importam e fazem as coisas funcionarem. O detalhe é que o médico que passou a cuidar de mim disse que eu poderia ter morrido se meu problema não fosse tratado naquele momento.
Hoje a saga é do Victor, meu namorado, não conseguiu atendimento no posto quando ainda estava bem.... e quando apresentou 38ºC de febre o posto já tinha fechado (detalhe: às 15 horas da tarde), ridículo passar por essas coisas.... Tentamos então médicos que atendem planos do ipê, pois ele possui convenio, consultas disponíveis apenas para daqui a 3 dias.... vamos tentar o PA que atenda por esse convênio agora..... Mas tudo isso é muito irritante, primeiro porque pagamos taxas de impostos em tudo, mas esses impostos recolhidos não são realocados para o bem da população... Segundo, os salários que nos pagam são ridiculamente ofensivos, não dá nem para bancar uma alimentação saudável e ainda temos que gastar pagando médicos.... sem contar que mesmo sendo atendidos nos postos de saúde muitas vezes eles não possuem nem mesmo paracetamol para te oferecer... eu me sinto muito ofendida com tudo isso.... estou cansada de tanto descaso,,,, e isso não é de hoje, sempre foi assim... e não sou muito positiva quanto ao futuro.

sei que muitos moradores dessa cidade, e de outras também, já passaram por situações parecidas... e isso denota as realidades do povo brasileiro.

Descaso e mais descaso

Uma bela manhã, num dia bem lindo desses de verão, estava indo para a faculdade como de costume. Avistei a fila gigantesca do posto de saúde da comunidade onde vivo. Nisso não há nada de novo, como o sistema é por agendamentos, segundas e quartas-feira as filas dão "voltas no quarteirão", pois todos estão esperando conseguir uma vaga para atendimento com o médico para os próximos dias.

Bom, parei de prestar atenção naquela fila e continuei a andar. Mas, em questão de segundos, ouvi um barulho, algo havia caído. Olhei em minha diagonal e havia uma senhora de idade caída no chão, gritando: "me ajudem, me ajudem, me quebrei"... Várias pessoas saíram da fila e correram para ajudá-la. Não posso confirmar como foi o atendimento médico à ela. 
O que posso afirmar é o descaso dos setores da prefeitura com os locais de acesso público, e ao que me parece de sua responsabilidade. Como, a calçada de um posto de saúde é toda quebrada e esburacada? Como uma pessoa idosa pode se locomover com segurança por esses espaços? E uma pessoa com muleta? e um cadeirante? 
O descaso com a população é cada vez mais assustador. São questões minimas que não são resolvidas. Essa senhora estava indo resolver um problema de saúde e acabou se machucando ainda mais. Como podemos permitir cisas como essas? Proibindo as pessoas, que pagaram e pagam impostos durante anos, a saírem de casa?
Sei que esse problema não será resolvido de imediato. mas esses descasos com a população devem ser denunciados.



quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Fechamento das APAEs


Muito está se falando nisso neste momento. Mas gostaria de expor minha opinião, e indignação a respeito do assunto.
Somente quem está em uma sala de aula, trabalhando com uma turma de vinte ou trinta alunos, ou mais, sabe que é muito difícil receber um aluno especial neste contexto. Pois se já é difícil alfabetizar e se adequar às diferenças e aos ‘níveis’ de aprendizagem dos alunos comuns, imagine quando entra um aluno especial, se torna mais difícil ainda, pois geralmente todas as atividades tem que ser adaptadas para as especificidades de cada aluno.
Não estou dizendo que isto é impossível, muito pelo contrário, é obvio que há como adaptar as atividades e brincadeiras, e é necessário haver socialização entre alunos deficientes e alunos comuns, porém há de se analisar as condições em que se dá este processo.
Não é assim: ‘vamos fechar as APAEs’.
E as escolas, estão preparadas pra receber estes alunos? E os professores são qualificados? E as turmas são reduzidas para que todos os alunos recebam um atendimento igual? 
Eu lhe respondo: não, isso não acontece.
Pouquíssimas são as escolas que estão preparadas para receber os alunos especiais. E digo mais, não é só questão de acessibilidade, não são só alunos com deficiências físicas, existe uma gama muito maior de deficientes com diferentes aspectos e que necessitam de diferentes atendimentos.
Qual será a ideia do governo querendo fazer isto? Já não basta o descaso que está a educação do nosso país, tem que piorar? No papel a inclusão é perfeita, ninguém pode querer contestar, agora, vá para a prática, não é bem assim que funciona. Sejamos realistas, as escolas e professores não estão preparados ainda, e sabe por que, porque ninguém investiu nisso. As prioridades do governo tem sido outras, enquanto o povo continua largado às traças, continua ignorante – que é o que o governo quer. Pois gente ignorante, sem conhecimentos, é muito mais manipulável. É ponto para o governo.

E então, o que vamos fazer? Vamos deixar que fechem as escolas especiais ou vamos lutar para que o futuro da nossa nação –as crianças- recebam educação de qualidade, e que os professores, que formam todas as outras profissões, tenham reconhecimento: salário digno e condições de trabalho? Chega de exploração. Os alunos ditos incluídos acabarão por ficar no limbo, estarão lá na sala de aula regular, porém vão ficar estagnados no tempo, sem aprender (não porque os professores não querem ensinar, mas pelas incoerências nos ‘desejos’ do governo). É muito crítico ver a decadência deste país. Sendo que tudo isso atinge apenas a parte mais fragilizada do povo, e que por sinal é a maioria.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Serviços públicos

Os impostos que pagamos, direta ou indiretamente, ao governo são suficientes para custear os serviços públicos?
É uma pergunta que sempre me faço, pagamos juros abusivos sobre produtos e serviços, e também diretamente ao poder maior, porém quando se trata de receber um retorno desta verba, percebemos o quão decadente é a utilização que se dá a se montante. Saúde, educação, transporte, enfim, todos os serviços que deveriam ser públicos, gratuitos e de qualidade andam em decadente degradação.
 Começando pela saúde, tanto em atendimentos nos postos de saúde, como nos pronto socorro, o atendimento é de péssima qualidade, postos lotados, poucos médicos, enfermeiros, etc., causam um descontentamento aos enfermos que precisam de ajuda, pois, QUANDO são atendidos, a consulta dura milésimos de segundos e não resulta em nada, ou os médicos ficam te pulando de um hospital a outro o que acaba causando desistência em receber este atendimento. Sem contar nos gastos que o indivíduo tem para além destas consultas (medicamentos, locomoção, etc.). 
E a educação, veja as escolas públicas, pouco incentivo aos professores (salários baixos, trabalho maçante, dificuldade ao acesso à qualificações, etc.), falta de investimentos estruturais, entre tantos outros pontos que podem ser citados. O futuro do nosso país (crianças que estão em idade escolar) percebe o descaso e se desestimulam, tem tendência a parar de estudar e não investem em uma carreira profissional, nem sequer em alguma qualificação de aprendizagem (e é o que o governo quer, pois uma sociedade sem conhecimentos e entendimentos não vai à luta e é muito mais manipulável).
E quando se fala em transporte público, o que lhe vem à cabeça? Na minha vem: transporte gratuito e de qualidade. E é exatamente o que NÃO existe, pois além de cobrar um valor consideravelmente alto pela passagem, há ainda superlotação, e não se fala em três ou quatro pessoas em pé, mas sim em ônibus que parecem latas de sardinha de tanta gente abarrotada que tem,  e ainda há a péssima qualidade dos ônibus, os poucos horários destes, é uma calamidade.

E isso tudo só acontece por que o povo ‘burro’ paga altos juros e taxas e o governo em atitudes surpreendentemente inteligentes se paga um altíssimo salário, paga médico particular, não leva seus filhos à escolas públicas, e muito menos anda de ônibus lotado. 

Ser corpo

O padrão de beleza imposto pela ‘sociedade’ é sempre um modelo a ser seguido por todos. Todos não, quase todos. Muitos se preocupam muito com a beleza exterior, e esquecem que o interior é o que mais conta, e que a beleza exterior vai com o tempo (a não ser que você queira viver de plásticas, mas mesmo assim saberás que teu corpo não é mais o mesmo).
Muitas mulheres tendem a querer ser como as modelet’s do momento (hoje são magricelas e altas, só se vê pele e osso), já outras se sentem bem com o corpo que tem, não importando o peso que tenha desde que se sinta bem dentro deste.  Sempre ouvi falar (por bocas de homens machistas, claro) que mulheres gordas não conseguem namorar, muito menos casar e constituir família. Bom, discordo totalmente com isso, acredito que se a mulher for bonita, ela consegue surpreender um homem nos primeiros 15 minutos, e depois ela tem que ter algo melhor pra oferecer (isso quase nunca acontece, pois muitas mulheres bonitas acham que a beleza que possuem basta e que não precisam  ter nada no cérebro, por isso não se esforçam nem um pouco para sair da academia e ir ler um livro ou estudar alguma coisa), já mulheres fora do padrão de beleza costumam buscar novos conhecimentos sempre, em primeiro lugar para se satisfazer, depois para ter o que compartilhar com outras pessoas, costumam ter mentes mais cheias de ideias e conteúdos.
Posso falar isso por experiência própria, em primeiro lugar: porque tenho um companheiro que não me deixa mentir, ele sempre diz que sou perfeita do jeito que sou que sou linda e que tenho muito mais do que um corpo para lhe oferecer, sendo que não me encaixo nos padrões. Em segundo lugar: por convivência com mulheres e homens, também (porque não), os mais gordinhos sempre tem mais assuntos interessantes do que baladas e bebedeiras, sempre tem ideias pra trocar além de ficar falando de academia, apresentam muito mais amor ao próximo ao invés de ficar exaltando o próprio corpo.
Eu não defendo que você deve deixar de ser magro e lindo para ser um gordo lindo. Mas que você deve se sentir bem no corpo que é seu, deve alimentar-se saudavelmente, mas não deve deixar de viver a vida por medo de uns quilinhos a mais. Você não sabe o seu amanhã, se é que haverá, então viva o hoje, leia um bom livro e agradeça pelo corpo maravilhoso que tens. Não deixe que te traduzam pela tua aparência, transpire tua essência e ‘corte a língua’ de quem te reprime pelo que vê pela tua casca. Temos muito mais para oferecer e receber do que um corpo. Queremos amor, sentimento, carinho, compaixão, humildade, ao invés de beldades que não dão valor a nada, a nenhum sentimento.
Reflita, pois as vezes você magoa pessoas ignorando ou chamando-a de gorda sem conhecer o restante de seu conteúdo.


Obs.: se não lhe servir este chapéu, não use. Não estou generalizando estou refletindo a partir de observações.

domingo, 11 de agosto de 2013

Viagem histórica

Acompanhada de uma superamiga fiz uma viagem.
Mas não foi uma viagem qualquer. Em primeiro lugar, ninguém além desta amiga, meu namorado e um de meus irmãos sabia desta viagem.  Fiquei omitindo informações para meus pais durante toda a semana, dizendo que somente poderia chegar à minha ‘cidade natal’ no final da próxima semana, eles acreditaram. Bom a ideia principal era deixar meu pai feliz quando  me visse lá no domingo dia dos pais.
Então na saga da viagem, eu e minha amiga compramos as passagens com cinco dias de antecedência. No dia da viagem a frota de ônibus de nossas casas até a rodoviária estava reduzida, então acabamos por pegar um ônibus lotado que nos fez esperar por mais de uma hora na rodoviária. No horário do embarque, ônibus lotado, atrasado para a saída, sendo que teríamos que trocar de ônibus em outra cidade para que pudéssemos chegar a nosso destino, portanto não poderíamos nos atrasar nem por 20 minutos. Mas... Atrasamo-nos muito mais que isso. Quando percebemos que poderia não dar tempo para pegar o outro ônibus quase enlouquecemos, pois nenhuma tinha créditos suficientes para ligar para a rodoviária pedindo que o ônibus aguardasse a nossa chegada...
Enfim, chegamos ao local, e o próximo ônibus já estava de partida, então nos dividimos: uma foi pegar a bagagem, e a outra foi comprar as passagens, para apurar o processo. Mas o motorista estava muito nervoso e estressado, pois ele mesmo havia se atrasado, sem termos culpa nenhuma, quase nos deixou na rodoviária sem as malas e com a passagem comprada (loucura dele que permitiríamos que ele saísse de lá sem nós). Como o motorista estava fora de si,  andou em alta velocidade, não respeitando o transito por quase nenhum momento. Então houve uma troca de motoristas no meio do caminho, e enfim chegamos vivas.
Agora sigo com altas observações feitas no percurso da viagem:

Primeira e que considerei mais importante: pessoas, quando forem viajar e desejam retirar suas bagagens na próxima rodoviária entes que os outros, deixem para pôr suas malas bem por último, pois suas malas não sairão caminhando até a porta do bagageiro durante a viajem para que você atropele todos para ser o primeiro a retirar sua mala, que está lá no fundo.
Segunda: durante a viagem, liguei pra minha mãe e dei muitas indiretas pra ela, e ela não percebeu que eu poderia estar aprontando alguma coisa... Tadinha, quase morreu do coração quando me viu em casa.
Terceira: as estradas são uma vergonha, muitos buracos, poucas placas... etc. (coisas que nem precisaria citar, pois não há que não perceba isso além dos governantes, que só viajam de avião).
Quarta e última: seja gentil, apesar de todos os problemas do mundo, se você não gosta do seu trabalho entenda que este é um problema seu com você mesmo, não desconte nas outras pessoas que nem sabem nada da tua vida.